Um incidente incomum aconteceu em um loja da Apple na cidade de Dijon, na França, quando um homem desconhecido entrou enfurecido e começou a quebrar vários iPhones e MacBooks, utilizando uma espécie de bola de aço utilizada em jogos de bocha – esse tipo de esfera pesa em torno de 700g.

O motivo do fato não ficou 100% claro, mas, aparentemente foi relacionado a acusações de que a Apple havia violado o código de direitos dos consumidores europeus. Destruir os celulares e computadores certamente não está entre estes direitos.

O homem gritava em francês “Eles não quiseram reembolsar o dinheiro, agora sabe o que está acontecendo? Isso está acontecendo”, depois de perceber que estava sendo filmado.

A parte mais curiosa no vídeo é que as pessoas assistiam a destruição sem fazer absolutamente nada. Mesmo depois do segurança do shopping chegar, o homem continua agindo agressivamente, fora de si.

Confira o vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=w-OVSJz6PP0

Os seguranças de shoppings na França não podem deter, nem imobilizar as pessoas, a não ser que sofram agressão. Assim, como vemos no vídeo, a imobilização do homem só aconteceu depois dele pegar o segurança pelo pescoço, justificando o início da agressão. Segundo jornais franceses, ele foi preso logo em seguida.

Por hoje é só, até a próxima!

2 COMENTÁRIOS

  1. Muito interessante essa limitação à atuação dos vigilantes na França!
    Se vc parar para pensar, faz todo o sentido.
    Seguranças/vigilantes/vigias etc não são agentes do Estado, não tem poder de polícia.
    São particulares como eu e vc.

    Logo, sua atuação e poderes nem de longe podem se equiparar aos de um policial.
    Faz sentido só poderem imobilizar pessoas que estejam a colocar em risco a integridade alheia.
    Obrigado pela informação, muito interessante! Se pensarmos em como os brucutus daqui costumam agir e abordar pessoas… É claro que não defendo a atuação desse maluco depredador, apenas acho que um vigilante particular só deveria poder tocar em uma pessoa em hipótese de legítima defesa própria ou de terceiro. Ele não é autoridade.

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